Convênio com a Fundação José Silveira precisa comtemplar novas especialidades.

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O governo Rodrigo herdou da gestão Zé Carlos, contrato entre Prefeitura e Fundação José Silveira. Mediante repasse de um determinado valor mensal, a Fundação colocaria o hospital Cristo Redentor para funcionar, resolvendo os problemas de saúde da população em algumas especialidades medicas.

A nova administração teria três opções: interromper o contrato, renovar o contrato ou reformar o contrato. A opção que se apresenta mais viável seria a renovação do contrato com reformas abrangentes no quesito das especialidades oferecidas pelo hospital. Exemplo: não justifica regular um paciente com um braço fraturado, se temos profissionais médicos que podem resolver o problema no Cristo. O novo contrato deve contemplar o serviço de ortopedia.

Com a experiência que tem a Fundação, deveria haver um maior comprometimento para colocar no nosso hospital alguns serviços de alta complexidade. Não sendo possível fazê-lo de imediato, poderia ser firmado convênio para que os pacientes fossem atendidos na rede administrada pela Fundação.

A relação entre Prefeitura e Fundação deve ser amistosa e profícua, no sentido de resolver os impasses que existem. Uma relação que vise um atendimento decente e rápido ao paciente e a ampliação dos serviços e especialidades devem ser perseguidas na negociação entre as partes.

A nomeação de Liege Bonfim para a Secretaria de Saúde foi uma sinalização de que é possível aliar conhecimento técnico com política. Por mais tentador que seja tomar decisões ancoradas na analise política, em alguns setores da administração pública isto não é conveniente. O mesmo raciocínio vale para a Fundação. Umbilicalmente ligada ao deputado Antônio Brito e coordenada na região por Léo Matos, os interesses da Fundação José Silveira também devem convergir para oferecer aos munícipes um atendimento da melhor qualidade possível.

Realizado um novo acordo entre Prefeitura – com mais diversidade de serviços e qualidade, e Fundação – com remuneração justa pela prestação dos serviços, quem ganha é a população.

PS: Agradecemos as manifestações de apreço no período de férias.

Por José Elias Ribeiro

Fonte // Sudoeste Hoje